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Χριστός λυτρωτής (Cristo, o Salvador)

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"Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna." - São João 3:16 (Bíblia Ave-Maria)

Nossa Senhora, a Divina Maria, a Filha humana de Deus por excelência!

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Denúncia! Filósofo Olavo de Carvalho desmascara Karl Marx


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Principia sapientiae: Lentes platônico-cristãs

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Triunfo de Vênus, pura poesia plástica do Renascimento.

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Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

Principia Sapientiae: a Filosofia como mãe e mestra

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"Um filósofo é um intercessor, é um sacerdote. Um filósofo é o anfitrião da verdade digna e acessível aos homens." (João Emiliano Martins Neto)


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Principia Sapientiae: Vamos filosofar? Viva a Filosofia!



Assistam ao meu vídeo, supra, em que faço um convite a você, caro leitor, à Filosofia. Meu convite a você leitor que saiamos da Matrix que é a mesmice, o banal do cotidiano e do senso comum tornados como algo muito ruins quando absolutamente inconscientes acerca de suas naturezas intrínsecas.

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domingo, 24 de setembro de 2017

Prof. Orlando Fedeli: " Astrologia é coisa de BURRO!"

Fedeli era uma besta quadrada acerca da Astrologia. Em um mapa astral de alguém há de levar-se em conta a ascendência do signo de cada pessoa, há o horário em que a pessoa nasceu e outras questões o que inclui - até aonde eu sei da coisa - uma psicologia nada determinista e que jamais, por conseguinte, definiria, por exemplo, tal qual ele jocosamente diz, quem seria rico ou pobre, como diz Fedeli, entrevistado por mais um fedelho dele da Associação Cultural Monfort. Enfim, quanta bobagem! Vão estudar, amigos, a Astrocaracteriologia, ciência criada por Olavo de Carvalho para expandir os estudos astrológicos. Vão saber sobre os pequenos mistérios como os da própria Astrologia, a Alquimia, a Maçonaria, sendo que os tais pequenos mistérios seriam a via para os grandes mistérios das religiões tradicionais que evitariam que muita gente tornasse-se atéia ou idiotas úteis marxistas. Fedeli dizia-se tão cristão, mas porra, basta ler a Bíblia e perceber que os magos do oriente que viram a estrela que os guiaria ao pequeno Redentor recém-nato, tal estrela e o que ela significava, eles, os magos, no-la reconheceram como tal, pois eram ASTRÓLOGOS, ASTRÓLOGOS, porra! Puta que pariu ou burra que pariu gente como Fedeli que falam do que não sabem. Fedeli deve estar é no purgatório, agora, padecendo ali por dizer o que não sabia, acho que a ascendência dele ou o signo dele é que era a do burro ou Fedeli nascera na hora em que um burrinho qualquer dera um belo e aliviante de um peido em algum pasto ou estábulo.

 

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Santa Maria a maior herdeira humana de Deus (devocional)


Nossa Senhora, a Sempre Virgem Maria Panhagía que é a maior das criaturas, acima mesmo de todos os anjos e santos, caso contrário São Gabriel, um anjo com um tal poderio e privilégio e glória no Céu jamais a saudaria como nenhum outro anjo muito abaixo de Gabriel e não nomeado, outrora, na Escritura Santa, jamais saudou a um homem, como podemos perceber em todo o caminho de salvação para o homem traçado por Deus na Bíblia. Gabriel saudou a Maria, sim, a Ela, soberana suprema sobre Gabriel e sobre todos os outros anjos da mesma estirpe desse santíssimo anjo e acima dele e soberana sobre toda a corte celeste angelical e soberana sobre todos os homens mesmo sobre ao mais santo de todos os santos dos homens mais santos. Sim, Nossa Senhora é a maior e, como tal, é a maior das herdeiras como criatura de tudo o que é de Deus. Maria Sempre Virgem Puríssima, a Imaculada Conceição, como a maior herdeira humana de Deus, tudo o que é de Deus, com efeito, é d'Ela; podemos orar dizendo que tudo o que é do Pai, de Deus triuno, é da Panhagía: como as graças, as mercês, as misericórdias, os milagres, os dons, tudo é de Maria, então, podemos também orar dizendo que Maria é Senhora, à Ela pertencem as mercês, as graças de que necessitamos para os nossos estados particulares. Diria que se lutássemos, por graça divina e mariana, a fim de sermos todos, inteiramente em nosso ser e em nosso ter, se formos todos de Maria, tudo o que é Deus e d'Ela será nosso, outrossim, pois quem é todo configurado à Maria que é toda configurada ao divino, será herdeiro com ela, co-herdeiro com Cristo, o Filho diletíssimo Redentor, porque co-redimido pelo Coração inefável Imaculado da Santíssima Virgem. Nossa Mãe, no início de nossa caminhada espiritual com Ela, saberá compreender nosso coração jejuno e ainda tão duro que outrora transpassara o seu Imaculado Coração com aquela espada afiada, de metal frio e duro e terrível bem típico da indiferença, crueza e terribilidade da condição pecaminosa inominável própria do coração obscuro pecador humano. Amém.

Odeio Evangélicos

O que se torna odiável nos protestantes, sob uma ótica católica romana, é que os protestantes não querem saber ou não lhes fora informado pelos pastores bandidos, é que Nossa Senhora Maria Mãe de Deus é também Senhora da glória e dona de tudo a quem por graça, o próprio Senhor Deus à Ela tudo deu, sendo Maria a dispenseira de todas as graças, porque a maior das graças, Cristo Jesus, por Maria, também Mãe de misericórdia, por quem nasceu Deus e o próprio Deus Cristo Nosso Senhor foi à Ela submisso aqui neste mundo e o é no Céu, hoje, na glória. É odiável o desprezo dos protestantes mais recentes em relação à Santa Maria, por isso eles tornam-se histéricos, malucos e desesperados, porque querem ir a Deus diretamente sem passar por Maria, a Imaculada Conceição e sem passar pela interseção dos santos, profetas, apóstolos e anjos, então, bate o desespero, a loucura, o desespero e a gritaria, tudo isso tem por raiz o orgulho herege protestante, não da parte do povão ignaro, mas da parte dos grandes líderes protestantes brasileiros que no Brasil são bandidos e no exterior, além de bandidos, são veados e liberais, não que a bandidagem e o crime não seja uma forma de liberar o cu para o inferno, claro que é.

 

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

A importância dos Estados pontifícios para a civilização cristã

Um amigo meu sugeriu, então, fica aqui um registro meu neste meu blog, o Crassus Philosophus, fruto de um comentário meu no Facebook como um antídoto para o veneno do individualismo, quando da questão de um relacionamento mais orgânico, comunitário e familiar que todo ser humano de bem merece e precisa ter neste mundo contra ideologias malignas.


Um Papa sem um exército, marinha e aeronáutica é como uma mulher desarmada saindo para trabalhar e estudar no dia a dia. Os Estados pontifícios deveriam voltar a existir para que as comunidades cristãs de boa vontade possam exilar-se sob a barra da batina do Santo Padre contra a sociedade liberal, comunista e islâmica.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Ode à Divina Castidade de Maria


Ó Divina castidade a Vossa, ó Sempre Virgem Maria de Nazaré, padroeira dos paraenses verdadeiramente cristãos, os católicos romanos seriamente de boa vontade. Ó Divina fidelidade, um coração todo de Deus, unido e unificado contra toda a dispersão à coisas tão incomensuravelmente abaixo de Deus, o Criador de céus e terra. Sempre fostes do Um, sempre fostes da Santíssima Trindade, cuja mesma veio a habitar em teu ventre e na Pessoa do Filho de Deus e Filho Vosso, ó Divina Maria, Ele a Ti foi submisso assim outrora na terra em Nazaré, como o é, hoje, no Céu. Ó faz-me casto e fiel a Deus por Vosso intermédio, sendo eu todo vosso, ó Senhora, que eu não ousaria dizer que Sois minha Senhora, eu tão indigníssimo pecador, instrumento tão insuficiente, rebelde, orgulhoso e por muitíssimas vezes arrastado pela luxúria, eu, Emiliano, que sou o maior dos pecadores.

Rogai por mim, rogai por todos nós, ó Sempre Virgem Puríssima, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.

DOM HENRIQUE EXPLICA O DOGMA DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

OUTROS DOGMAS que poderiam clarificar melhor a questão mariológica seriam dogmas do relacionamento entre Maria e o resto da humanidade que seriam os dogmas de Maria como co-redentora e Maria Rainha, o reinado de Maria. Foram bem definidos em consonância com a vida mesma pulsante da Igreja de dois mil anos, que é a Tradição, foram bem definidos dogmas de Maria em si mesma: quem seria tal Mulher, em sua Imaculada Conceição e em sua gloriosa Assunção, ok, agora precisamos saber qual, eu diria assim, a ética a seguir, uma como que ética mariológca, quando nós, homens, diante da Sempre Virgem Maria que colaborou sem igual com seu Divino Filho Cristo Jesus pela salvação de muitos, pois o Sagrado Coração de Cristo somente poderia ser fruto do Imaculado Coração da Virgem, a mesma Sempre Virgem que deu o seu libérrimo sic et fiat a Deus quando da anunciação. E outro dogma seria o de Maria como Rainha absoluta e suprema sobre céu e terra, sobre o universo, diante de quem o próprio Deus se submete, no Céu, como submetia-se humildemente em Nazaré, à sua Mãe e pai adotivo, o gloriosíssimo São José. Se um dia o nosso Santíssimo Padre Francisco parar com suas trapalhadas cripto-esquerdistas e liberais, poderemos, nós, católicos, livres do inverno terrível que assola a nossa Nárnia que é a Santa Igreja, poderemos ver tais dogmas de Maria co-redentora e Maria Rainha, sempre cridos na Igreja Santa nestes dois mil anos, poderemos ver tais dogmas éticos de uma ética mariológica, insistiria em dizer dessarte, definidos pelo nosso amantíssimo Pontífice Máximo, nosso Pai e Mestre supremo Francisco ou por outro decerto que bem menos problemático que o suceda.

 

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Se à cruz de Cristo devemos prestar a adoração de Iatria

Autoria: Santo Tomás de Aquino


1. — Pois, nenhum filho piedoso venera a contumélia feita contra o seu próprio pai, por exemplo, o flagelo com que é flagelado, o madeiro em que foi suspenso; do contrário, aborrece tudo isso. Ora, Cristo, no lenho da cruz, sofreu aprobiosíssima morte, segundo aquilo da Escritura: Condenemo-lo a uma morte mais infame. Logo, em vez de venerá-la, devemos aborrecer a cruz.

2. Demais. — A humanidade de Cristo, é adorada pela adoração de latria, enquanto unida à pessoa do Filho de Deus; o que não se pode dizer da cruz. Logo, à cruz de Cristo não deve ser prestada adoração de latria.

3. Demais. — Assim como a cruz de Cristo foi o instrumento da sua paixão e morte, assim também o foram muitas outras coisas, como os cravos, a coroa e a lança; as quais contudo não prestamos o culto de latria. Logo, parece que não devemos tributar à cruz de Cristo a adoração de latria.

Mas, em contrário, prestamos o culto de latria aquele em quem pomos a esperança da nossa salvação. Ora, pomos na cruz de Cristo a esperança da nossa salvação. Assim, a Igreja canta no hino da Paixão.

O cruz, ave, esperança única!
Neste tempo da paixão,
Aumenta dos pios a justiça,
E aos réus dá vênia.

Logo, devemos prestar à cruz de Cristo a adoração de latria.

SOLUÇÃO. — Como dissemos, honra ou reverência não é devida senão à natureza racional; e à criatura insensível não devemos honra nem reverência senão por causa da natureza racional. E isto de dois modos: ou enquanto representa uma natureza racional, ou por estar a esta de algum modo unida Do primeiro modo, costumaram os homens venerar a imagem do rei; do segundo, as suas vestes. Mas, uma e outra coisa, com a mesma veneração com que veneram o rei. — Se, pois, nos referimos à cruz mesma onde foi Cristo crucificado, de um e outro modo deve ela ser venerada. Primeiro, porque nos representa a figura de Cristo estendido nela; segundo por causa do contato dos seus membros e por ter sido embebida do seu sangue. Por onde, de um e outro modo, é adorada pela mesma adoração por que o é Cristo, isto é, pela adoração de latria. E também por isso dirigimos palavras e oração à Cruz como o faríamos ao próprio crucificado. — Se porém se trata da efígie da cruz de Cristo, em qualquer outra matéria por exemplo, pedra ou madeira, prata ou ouro, então veneramos a cruz somente como imagem de Cristo, que veneramos com adoração de latria, segundo dissemos.

DONDE A RESPOSTA À PRIMEIRA OBJEÇÃO. — A intenção ou a opinião dos infiéis considera a cruz como o opróbrio de Cristo, mas, pelo efeito que produziu, da nossa salvação, consideramo-la como a virtude divina dele, com a qual triunfou dos inimigos, segundo o Apóstolo: Despojando os principados e potestades, os trouxe confiadamente, triunfando em público deles em si mesmo. E por isso, noutro lugar: A palavra da cruz é na verdade uma estultícia para os que se perdem, mas para os que se salvam, que somos nós, é ela a virtude de Deus.

RESPOSTA À SEGUNDA. — A cruz de Cristo, embora não fosse unida ao Verbo de Deus, em pessoa, foi-lhe contudo unida de certo modo, isto é, pela representação e pelo contato. E só por essa razão nós lhe prestamos reverência.

RESPOSTA À TERCEIRA. — Pela razão do contato dos membros de Cristo, adoramos não só a cruz, mas também tudo o que é de Cristo. Donde o dizer Damasceno: É' racional adorarmos o lenho precioso como santificado pelo contato do seu santo corpo e sangue; e também os cravos, as vestes e a lança; e os seus santos tabernáculos. Mas, tudo isso não representa a imagem de Cristo, como a cruz, chamada sinal do Filho do Homem, que aparecerá no céu, como diz o Evangelho. E por isso às mulheres disse o anjo Vós buscais a Jesus Nazareno, que foi crucificado; não disse — lanceado, mas, crucificado. Donde vem que veneramos a imagem da cruz de Cristo, em qualquer matéria; mas não, a imagem dos cravos ou de qualquer outra coisa semelhante

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores dos revolucionários esquerdistas, liberais e libertários.

Ars gratia artis!

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